Dorival minimiza derrota para o Remo
O técnico do São Paulo, Dorival Júnior, minimizou a derrota por 1 a 0 para o Remo no Mangueirão, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. A declaração foi dada em…O técnico do São Paulo, Dorival Júnior, minimizou a derrota por 1 a 0 para o Remo no Mangueirão, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. A declaração foi dada em entrevista coletiva após a partida.
Dorival afirmou que a equipe não jogou abaixo do esperado. “A equipe não jogou uma partida abaixo, não jogamos uma partida desequilibrada. Ao contrário, tivemos a maioria das ações nas mãos, só não conseguimos confirmar aquilo que poderíamos ter feito”, disse.
O gol do Remo saiu nos acréscimos do segundo tempo. A equipe paraense aproveitou uma falha na saída de bola para marcar. Dorival apontou a ineficiência do São Paulo no ataque. No primeiro tempo, o goleiro Ivan fez defesas difíceis. Artur cobrou falta perigosa e perdeu chance clara. Lucas Ramon e Enzo Díaz também criaram trabalho para o goleiro adversário.
“Nós tivemos, ao longo dos 90 minutos, volume e criamos oportunidades para que pudessem ser definidas. Não fomos competentes nesse quesito, Remo aproveitou-se da única oportunidade que teve de gol”, completou o técnico.
Dorival também lamentou as decisões que levaram ao gol do Remo. Na saída de bola, Enzo Díaz errou um passe. “Futebol é assim, a bola estava nos nossos pés. De repente, poderíamos ter tomado uma decisão um pouquinho diferente, não aconteceu, nós temos que assumir isso e fazer aquilo que convém daqui para frente”, afirmou.
Essa foi a última partida do São Paulo antes da parada para a Copa. O time volta a jogar no dia 22 de julho, contra o Athletico-PR, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o São Paulo segue sem vencer no Brasileirão desde o retorno de Dorival Júnior ao comando técnico. A equipe ocupa a parte intermediária da tabela e busca regularidade na competição. O Remo, por sua vez, comemorou a vitória em casa e ganhou fôlego na luta para se afastar da zona de rebaixamento. A partida foi marcada pelo equilíbrio e pela pressão são-paulina, que não se converteu em gols.